10 maiores descobertas médicas de 2019: câncer, alzheimer e visão

Tratamentos contra o câncer de Alzheimer para restaurar dentes humanos, visão e audição. Sim, 2019 foi um ano cheio de descobertas médicas.

Embora algumas dessas criações estejam em vários estágios de pesquisa, cada estudo notável marca um marco na abordagem dos problemas mais fracos da humanidade.

10 – Alzheimer: Cientistas reduzem inflamação no cérebro e revertem demência

Em vez de atacar as proteínas invasivas típicas da demência, os cientistas conseguiram pela primeira vez este mês reverter a demência em camundongos com um medicamento anti-inflamatório. Até agora, a maioria dos tratamentos contra demência tem como alvo as placas amilóides de pessoas com doença de Alzheimer. No entanto, experimentos na Universidade da Califórnia, Berkeley, sugerem que a inflamação cerebral direcionada poderia impedir isso.

9 – Brócolis tem molécula que bloqueia tumores cancerígenos: estudo

Se você ainda não tem motivos para comer brócolis, este estudo de maio diz que ele contém um ingrediente incrível que pode ser o “calcanhar de Aquiles” do câncer. O brócolis pertence à família dos crucíferos, que inclui couve-flor, couve, couve verde e couve de Bruxelas. Embora muitas pessoas não gostem do sabor, ele contém uma molécula pequena, mas poderosa, que desativa o gene responsável pelo câncer que causa tumores, conhecido como WWP1.

8 – Cegos têm a visão restaurada graças a células-tronco de doadores de órgãos falecidos

Segundo uma pesquisa escocesa publicada em março, milhões de pessoas cegas com células-tronco dos olhos de doadores não-vivos poderiam restaurar sua visão. O transplante de tecido pioneiro reparou a área afetada em oito pacientes com deficiência visual comum – e dois pacientes puderam ler novamente após degeneração macular grave.

7 – Sucesso do tratamento de Parkinson: implante espinhal

Em Abril, pesquisadores canadenses desenvolveram um novo tratamento para pessoas com mobilidade reduzida que têm a doença de Parkinson. Cientistas da Western University, Ontário, publicaram os resultados de um estudo piloto usando implantes espinhais para melhorar as habilidades motoras em vários pacientes com Parkinson avançado.

Antes do estudo, os pacientes dificilmente podiam ficar sozinhos sem cair ou confiar apenas em cadeiras de rodas para mobilidade. Depois de receber o implante espinhal, os pacientes podem caminhar novamente sem ajuda pela primeira vez em anos.

6 – Bactérias intestinais podem aliviar a ansiedade, afirma nova pesquisa

Segundo um relatório de maio, as pessoas com sintomas de ansiedade podem melhorar regulando os microorganismos no intestino com alimentos e suplementos probióticos e não probióticos.

Os sintomas de ansiedade são comuns em pessoas com doença mental e uma variedade de distúrbios físicos, particularmente distúrbios relacionados ao estresse.

A pesquisa mostrou que a microbiota intestinal – os trilhões de microorganismos intestinais que desempenham um papel importante no sistema imunológico e no metabolismo, com mediadores da inflamação, nutrientes e vitaminas essenciais – pode ajudar a regular a função cerebral através do chamado “eixo intestinal do cérebro”.

5 – Proteínas podem restaurar a audição danificada e a surdez irreversível

Em agosto, os pesquisadores da Johns Hopkins Medicine anunciaram que podem ter encontrado a chave para restaurar a audição em pessoas com surdez irreversível.

Pesquisadores da Johns Hopkins Medicine usam instrumentos genéticos em ratos para identificar um par de proteínas que controlam exatamente quando as células de reconhecimento de som, chamadas células ciliadas, nascem no ouvido interno dos mamíferos.

“Os cientistas há muito procuram sinais moleculares que acionam a formação de células ciliadas que reconhecem e transmitem sons”, diz Angelika Doetzlhofer, professora de neurociências da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins. “Essas células ciliadas são fundamentais para a perda auditiva. Se sabemos como elas se desenvolvem, podemos encontrar maneiras de substituir as células ciliadas danificadas”.

4 – MDMA cura 68% dos pacientes com traumas emocionais. Ensaios entram na fase 2

O MDMA agora é reconhecido como um remédio inovador para trauma emocional. Uma nova clínica na Pensilvânia pode ser uma das primeiras instalações legalmente aprovadas nos Estados Unidos a usar drogas psiquiátricas para tratar traumas emocionais resistentes.

Diz-se que o Landing Medical Center abriu suas portas em Wyndmoore e se especializará no uso de várias drogas psicoativas para tratar várias doenças mentais. A clínica solicitou a aprovação da FDA para o uso de psicoterapia baseada em MDMA em pacientes cujo distúrbio de estresse pós-traumático não pode ser tratado.

3 – Cientistas usaram com sucesso gel para regenerar o esmalte dos dentes

Graças a essa inovação dos cientistas chineses, a restauração dentária poderá em breve ser uma coisa do passado. Em setembro, uma equipe de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Zhejiang desenvolveu um gel de reparo de esmalte.

O esmalte é a substância mineralizada que protege a superfície dos dentes. Embora seja um dos tecidos mais duros do corpo, tende a se degradar ao longo do tempo, principalmente devido à exposição constante a certos ácidos em alimentos e bebidas. Também sofre de cárie dentária, uma das doenças humanas crônicas mais comuns.

2 – Descoberta molécula que provoca autodestruição de células de câncer de pâncreas

Com uma taxa de mortalidade de 95%, o câncer de pâncreas é classificado como um dos cânceres mais mortais e é resistente a todos os tratamentos comuns.

No entanto, este estudo da Universidade de Tel Aviv, publicado no início deste mês, descobriu que uma molécula pequena tem a capacidade de induzir a autodestruição de células cancerígenas pancreáticas.A pesquisa foi realizada em xenoenxertos – enxertos de carcinoma pancreático humano em camundongos imunocomprometidos.

O tratamento reduziu o número de células cancerígenas em 90% nos tumores que apareceram um mês após a administração.

1 – Luz azul reduz a pressão arterial: tão eficaz quanto a medicação

Um estudo publicado em janeiro descobriu que a exposição à luz azul é um tratamento não farmacêutico eficaz para pressão alta, que também reduz o risco de doença cardiovascular.

Pesquisadores que conduziram o estudo na Universidade de Surrey e na Universidade Heinrich Heine de Düsseldorf descobriram que a exposição à luz azul do corpo inteiro reduziu a pressão arterial sistólica dos participantes em quase 8 mmHg em comparação à luz de controle, que não teve efeito.

Em particular, a redução da pressão arterial pela luz azul é semelhante à observada em estudos clínicos com anti-hipertensivos.

Com informações do GNN e SNB

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